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Cirurgia Plástica



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Suspensão ou Redução


Existem diversas técnicas. As mais utilizadas são de autoria do professor Pitanguy, conhecida como "T Invertido", muito conhecida internacionalmente. É a que deixa melhor resultado estético, porém com o incoveniente de haver muitas cicatrizes. Para as pacientes que não querem cicatrizes embaixo das mamas, e que não apresentem mamas muito grandes, realizamos ainda a técnica do professor Ewaldo Bolívar, que deixa somente uma cicatriz vertical + outra ao redor das aréolas, sem cicatriz horizontal embaixo.

É importante que a paciente saiba que o pós-operatório é lento, que não se pode dirigir por três ou quatro semanas e nem pegar pêso. Deve ser associado à drenagem linfática para haver uma regressão mais rápida do inchaço.

Outro cuidado é que as pacientes saibam que nas cirurgias, realizamos um bom acinturamento das mamas, para diminuir a nova queda da mesma, tornando-a mais retificada no seu polo inferior. Isso ocorre porque a mama sofrerá um movimento de Báscula (queda), por volta de três ou quatro meses, que resultará no formato natural do polo inferior, assemelhando-se a uma pêra.

Pequenas assimetrias poderão ocorrer, em virtude da composição diferente das mamas (mais glandulares e rígidas, ou gordurosas e moles), e ainda pela acomodação dos tecidos e a báscula das mamas. Se estas forem muito evidentes, estão indicados pequenos retoques.


Aumento Mamário com Próteses


Esta cirurgia é, hoje, mais segura e com maiores vantagens. As próteses são de gel coesivo, e não líquido. Não existe portanto, a obrigatoriedade de troca em dez anos, se feitos controles mamográficos periódicos.

As incisões variam entre região periareolar, sulco inframamário e até nas axilas. Também não se pode dirigir por trinta dias e nem pegar pêso. Academia só depois de sessenta dias.

O tamanho varia de acordo com a vontade da paciente e com a experiência do cirurgião para indicá-lo.

As próteses não causam câncer de mama. Podem ser colocadas na região retro-glandular (atrás da glândula) ou retro-muscular conforme a indicação. Estas ficam reservadas às pacientes muito magras e que não tenham quase nada de mama ou gordura. Ela deixa o polo superior da mama mais natural.

As próteses podem ser lisas ( em desuso), texturizadas (as mais utilizadas) ou com coberturas de poliuretano. Estas duas foram criadas para diminuir os índices de contratura capsular, que era uma patologia frequente quando se utilizavam as lisas. Hoje praticamente não se tem esse tipo de complicação, tanto que a maioria os fabricantes oferecem ganratias de trocas das próteses.

A colocação de próteses mamárias não impede amamentação, pois as mesmas estão atrás das mamas ou dos músculos peirorais. 


Reconstrução Mamária Pós-Câncer


Hoje, com as técnicas de detecção precoce dos Cânceres das Mamas, as cirurgias têm ficado mais conservadoras, facilitando-se a reconstrução.

Esta pode ser feita através de técnicas de mamoplastias convencionais (quando assim o permitir), ou com apenas a colocação de próteses mamárias.

Já após as ressecções radicais, necessita-se de mais tecido para revestimento cutâneo, inclusive com retalhos musculares. Estes podem ser o TRAM - retalho que utiliza a pele do abdome inferior e promove o preenchimento da nova mama; ou ainda, o Grande Dorsal - que utiliza um músculo das costas para a nova mama, necessitando, na maioria das vezes, da colocação de uma prótese mamária sob o mesmo.

A simetrização da mama oposta é feita após 3-6 meses, quando também é realizada a reconstrução da aréola e do mamilo.







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